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segunda-feira, 31 de maio de 2010

CAMPEONATO DE ORTOGRAFIA

Aqui estão os resultados finais do Campeonato de Ortografia:
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1º LUGAR - Catarina P.
2º LUGAR - Ana V.
3º LUGAR - Mariana.
4º LUGAR - Tiago A.
5º LUGAR - Duarte
6º LUGAR - Luís.
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Muitos parabéns aos vencedores, que ao longo de 12 semanas estudaram bem.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

CAMPEONATO DE ORTOGRAFIA - 5ª FASE

O túnel até à escola
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O Rodrigo detestava ir para a escola a pé, embora a escola fosse mesmo ao lado de casa, porque havia sempre miúdos que o chateavam pelo caminho. Gozavam com ele, e o pior é que ele corava imenso, ficava com a cara toda encarnada e, por isso, ainda o gozavam mais.
- Olha, vem aí o semáforo encarnado – gritava um quando o via no passeio do outro lado da rua.
- `Bora lá fazê-lo passar a encarnado – dizia outro.
E, dois segundos depois, lá estavam eles à volta do Rodrigo. O Rodrigo dizia a si mesmo com muita força:
- Rodrigo, não cores, não cores, parvo!
Mas não era ele que mandava no sangue que lhe subia à cara e, uns minutos depois, estava encarnado como um tomate.
Nas aulas, os professores fingiam que não notavam quando o Rodrigo corava e não deixavam os outros fazerem troça dele, mas o caminho para a escola era um pesadelo.
O Rodrigo, todos os dias, tentava alguma coisa para não ir para a escola. Quer dizer, ele não tentava de propósito: era mesmo verdade que lhe doía a barriga, ou a cabeça, ou se sentia enjoado ou maldisposto. Pudera, o nosso corpo é muito inteligente e quando temos de fazer uma coisa que não queremos mesmo, mesmo, ele dá-nos uma ajuda. O estômago solidariza-se com o nosso coração e, pronto, ficamos com uns sintomas, quer dizer sinais, a que normalmente os nossos pais ligam mais do que quando nos queixamos de sentimentos como o medo ou a vergonha.
Mas a mãe do Rodrigo não tinha perdido a memória. Ela sabia muito bem que as doenças, às vezes, são sinais de que sentimos coisas que não queremos contar, às vezes nem sequer as percebemos suficientemente bem para as traduzir por palavras.
Por isso, insistiu e insistiu e ficou a saber que uns miúdos maus o chamavam semáforo encarnado. Queria ir à escola falar com a directora e com os pais desses meninos, mas o Rodrigo não queria, porque tinha medo de que depois ainda fosse pior.
Então o filho pediu-lhe um mês.
- Se daqui a um mês ainda estiverem a torturar-me, eu peço à mãe para ir à escola, pode ser? – pediu o Rodrigo que, claro, estava muito corado a dizer isto... porque, como se percebe desta história, as pessoas que coram, coram, e não têm culpa disso.
A mãe achou que o Rodrigo ia resolver o problema sozinho e ficou muito orgulhosa dele. Mas ele não tinha a menor intenção de ir lutar contra aqueles matulões do sexto ano.
A ideia era construir um túnel entre casa e a escola. E, nesse mesmo dia, começou a cavar, com ajuda de outros amigos lá do prédio.
E sabem que conseguiu mesmo? Um túnel escuro e estreitinho, mas que chegava mesmo até à escola. Assim, o Rodrigo ia para as aulas sem se cruzar com os idiotas. Mas, melhor ainda, todos os outros escavadores que o ajudaram a construir aquela passagem secreta passaram a ser os seus melhores amigos, na escola e fora dela, e o Rodrigo ficou tão contente que nunca mais teve dores de barriga de manhã. Ficou mesmo tão feliz, que até não se importava de voltar a encontrar aqueles parvos que o faziam corar, mas para quê, se tinha um túnel direitinho da cave ao recreio da escola, para além de não apanhar chuva no Inverno nem calor no Verão?
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Isabel Stilwell
Histórias para Contar em Minuto e Meio – 3

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

CAMPEONATO DE ORTOGRAFIA

Amanhã faremos a 3ª fase do Campeonato de Ortografia e ainda não dei os parabéns aos vencedores da 2ª fase:
1º LUGAR - 23 PONTOS: Catarina P.
2º LUGAR - 22 PONTOS: Duarte
3º LUGAR - 21 PONTOS: Ana V., Ricardo e Tiago A.
PARABÉNS!!

Parabéns aos vencedores da 2ª fase do Campeonato de Ortografia:

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

CAMPEONATO DE ORTOGRAFIA

É este o texto que os Piratas completaram na 2ª fase do Campeonato:

O lobo, a velha e a cabaça

Era uma vez uma velhinha que morava numa pequena aldeia, situada num vale, ali mesmo, ao descer a serra. Um dia, visitou-a a netinha, que vivia noutra aldeia, a cerca de légua e meia, convidando-a para o seu casamento. Primeiro hesitou, mas depois pensou melhor...
- Vou? Não vou? Ai não que não vou! Visto uma roupinha nova e já lá estou!
E foi. No dia do casamento, mal a manhã despontou, lá foi ela, subindo a ladeira, toda fe­liz com a festa da neta. Nisto, já a meio do cami­nho, eis que lhe aparece na frente um lobo, por sinal também muito satisfeito, dizendo:
- Mas que belo manjar me veio aqui parar!
Porém, a velhinha não se amedrontou. Diz-lhe ela:
- Que belo jantar?! Será que me estás a enxer­gar? Só levo pele e osso, não te vais fartar!
O lobo mirou-a, remirou-a, tomou-a a remirar, e viu que, de facto, não se iria fartar com aquele manjar. A velhinha era franzininha e magrinha. Só que, vestidinha como ia, com trajes de festa, não o tinha notado.
- Tens razão - concordou o lobo. - Mas que hei -de eu fazer? Alguma coisa tenho de comer!
- Pois olha - tomou-lhe a velhinha -, se fores esperto e souberes esperar, talvez ainda hoje te­nhas um bom jantar!
E explicou-lhe:
- Como vou ao casamento da minha netinha, lá comerei boas papas de farinha! E à volta, sim, virei gordinha!
- Só com papas de farinha?!
- Quem diz papas de farinha, diz galo estufado, arroz de forno, cabrito assado!...
O lobo até dançava ao som das palavras que es­cutava. Da boca já lhe caíam pingos de água, ca­denciados, só de imaginar tão belos assados.

Alexandre Parafita
"Contos de Animais com Manhas de Gente"

domingo, 13 de dezembro de 2009

CAMPEONATO DE ORTOGRAFIA

Aqui está o texto que fizeram todos os alunos do 4º ano do nosso Agrupamento de Escolas. As palavras destacadas são as faltavam e que deviam ser correctamente escritas. Cada palavra certa valia 1 ponto.
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............................................................EU QUERO SER RICO

- Eu quero ser rico! Eu quero ser muito rico! Eu quero ser riquíssimo! Eu quero ser o mais rico de todos! Isto gritava o Alberto aos quatro ventos no cimo de uma montanha mágica. Tinham-lhe dito: sobe a montanha mágica e, quando chegares lá acima, gritas aos quatro ventos o teu desejo mais verdadeiro. E assim fez. Tudo à sua volta, em casa, fora de casa, lhe gritava: Tens de ser rico! Tens de ser muito rico! Tens de ser riquíssimo! E o Alberto achava que sim, que tinha de ser riquíssimo. E a televisão guinchava quem quer ser milionário, quem quer ser bilionário, quem quer ser arquimilionário, e todos aplaudiam e gritavam e o Alberto achava que tinha mesmo de ser riquíssimo para que todos lhe batessem palmas. Subiu a montanha e gritou "Quero ser rico! Quero ser o mais rico!"
E o Alberto ficou rico. E gritou de alegria no sono.
E acordou o Pedro.

Luísa Costa Gomes
“Dom Mínimo o anão enorme e outras histórias”

sábado, 12 de dezembro de 2009

CAMPEONATO DE ORTOGRAFIA


PARABÉNS aos vencedores da 1ª fase do Campeonato de Ortografia, do 4º B:
1º LUGAR (20 pontos): Ana V., Beatriz e Catarina P.
2º LUGAR (19 pontos): Catarina G. e João
3º LUGAR (18 pontos): Ana S., Diogo, Luís, Mariana, Pedro, Ricardo, Tiago A. e Tiago R.