quarta-feira, 5 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
A EXPEDIÇÃO DOS PIRATAS
segunda-feira, 3 de maio de 2010
AVENTAL DE HISTÓRIAS
No dia Mundial do Livro a professora Anabela foi à nossa sala com o seu avental de histórias e a Filipa e o João tiraram de lá dois cartões: "Era uma vez" e "cavaleiro". Com eles, os Piratas imaginaram assim o início de uma história: Entrou e foi à procura de qualquer coisa para comer. Já satisfeito, deu uma volta pela feira.
No final do dia, foi pedir ao rei para se instalar no castelo até ao dia seguinte.
Acordou com o chilrear dos passarinhos. Foi até à janela e viu uma linda princesa a apanhar rosas.
Ficou encantado, preparou-se e foi até ao jardim.Quando lá chegou: ...
..
Agora ficamos à espera da continuação que vai ser feita pelos nossos colegas do 4º ano.
domingo, 2 de maio de 2010
CAMPEONATO DE ORTOGRAFIA
DIA DA MÃE
Podes enviar flores para a tua mãe, ou então construir-lhe um jardim. sábado, 1 de maio de 2010
MATEMÁTICA DIVERTIDA

quinta-feira, 29 de abril de 2010
A MINHA VISITA DE ESTUDO
Eu hoje fui ao Planetário e ao Mosteiro dos Jerónimos.Eu no Planetário vi as estrelas, as constelações, vimos as suas órbitas e a seguir ouvimos uma grande tempestade com muitos trovões e muitos relâmpagos. Depois fomos almoçar, eu almocei uma sandes de presunto e um sumo de laranja, a seguir fomos ao Mosteiro dos Jerónimos e ficamos a saber que o Vasco da Gama ia com o irmão, o Paulo da Gama, e com o Nicolau Coelho. O nome da nau do Vasco da Gama era S. Gabriel, a do irmão a S. Rafael e a do Nicolau Coelho era a nau Bérrio. Por fim fomos fazer o jogo dos descobrimentos e a nossa turma empatou a 90 pontos com a turma da professora Teresa Carpinteiro.
O PIRATA LUÍS
A MINHA VISITA DE ESTUDO
A turma dos piratas, no dia 22 de Abril foi ao Planetário e ao Mosteiro dos Jerónimos.Então, quando nós chegámos a Lisboa fomos logo para o Planetário, porque já não tínhamos tempo para lanchar.
Entretanto entrámos numa sala do Planetário e lá nós vimos o planeta Terra, as fases da lua, o planeta Saturno e o planeta Júpiter. Então o sr. começou a mostrar-nos as coisas.
Quando nós saímos do Planetário fomos almoçar no jardim de Belém e também brincámos.
Depois nós fomos para o Mosteiro dos Jerónimos.
Logo a seguir foi lá ter connosco a nossa guia que se chamava Luísa. Ela foi explicando coisas como: qual era a doença que se apanhava no mar, o escorbuto, o que são aguadas, também disse o nome da nau de Vasco da Gama, que era a nau S. Gabriel, do Paulo da Gama, que era a nau S. Rafael e do Nicolau Coelho que a sua nau era a Bérrio.
Quando a Luísa nos explicou tudo nós fomos fazer um jogo com a turma da professora Teresa Carpinteiro. A nau da minha turma era a nau dos Piratas e a dos colegas era a nau Vasco da Gama. A Filipa era o dardo e o Ricardo fazia os cálculos, da turma da professora Teresa Carpinteiro o dardo era a Daniela e o André fazia os cálculos.
A nau dos piratas mais a nau Vasco da Gama ficaram empatadas com noventa pontos.
Quando saímos do jogo fomos ver onde os monges comiam e também vimos um leão que dizem que é uma fonte mágica e por isso nós tínhamos de tocar na pata dele e pedir um desejo.
Então depois voltámos para o Barreiro.
Eu adorei a minha visita de estudo ao Planetário e ao Mosteiro dos Jerónimos.
terça-feira, 27 de abril de 2010
POEMAS NA SALA DOS PIRATAS...
Também a professora Anabela nos visitou com um poema do mesmo autor:
GIGÕES E ANANTES
Gigões são anantes muito grandes.
Anantes são gigões muito pequenos.
Os gigões diferem dos anantes:
uns são um bocado mais, outros um bocado menos.
Era uma vez um gigão tão grande, tão grande,
que não cabia. - Em quê? - O gigão era tão grande
que nem se sabia em que é que ele não cabia!
Mas havia um anante ainda maior que o gigão
e esse então nem se sabia se cabia ou não!
Só havia uma maneira de os distinguir:
era chegar ao pé deles e perguntar.
Mas eram tão grandes que não se podia lá chegar!
E nunca se sabia se estavam a mentir!
Então a Ana, como não podia
resolver o problema, inventou uma solução:
xixanava com eles e o que ficava
xubiante ou ximbipante era o gigão,
e o anante o que fingia que não.
A teoria nunca falhava porque era toda
com palavras que só a Ana sabia.
E como eram palavras de toda a confiança
só queriam dizer o que a Ana queria. .
Obrigada aos dois leitores...


